1 de janeiro de 2019

Séries: Você (YOU)



Vi a série e não dei um real de valor.
Não dei.
Me arrependi.

Recesso de fim-de-ano no trabalho é sinal de maratonar filmes e séries incríveis nos meus streams favoritos. Há algum tempo falei do stream da Amazon Prime Video e do quanto eu amei os filmes dele, mas não há dúvidas que eu realmente tenho um favorito, e é o Netflix.

No dia 26 de dezembro de 2018, vi que haviam alguns lançamentos de séries e filmes, e por ter uma quedinha antiga por Gossip Girl, resolvi investir meu tempo em "You". Logo no primeiro episódio, reconheci não só o Penn, nosso eterno Dan Humpfrey, mas também Shay Mitchell, de Pretty Little Liars, e a Elizabeth Lail, que fez o papel de Anna em Once Upon a Time. 

Sobre a sinopse, aí vai:
"Na série original Netflix “Você”, Joe Goldberg (Penn Badgley) é um brilhante e obsessivo nova-iorquino que explora as tecnologias do mundo moderno para conquistar a bela Beck (Elizabeth Lail) enquanto enfrenta as suspeitas cada vez maiores da melhor amiga dela (Shay Mitchell). Joe não vai medir esforços para eliminar qualquer obstáculo em seu caminho — mesmo que isso signifique cometer assassinato. Ambientada na hiperconectada realidade atual, “Você” mostra como somos vulneráveis à manipulação online e também na vida real."

A fotografia da série me deixou curiosa. É quente e obscura, na medida certa para dar um certo suspense e te fazer pensar em tudo. Os cenários são o básico americanizado, e Joe Goldberg poderia ser seu próximo crush, caso você não assista a série. #medo

Engraçado é que "You" te faz pensar no que você compartilha na internet. Quem você expõe, o que você mostra, que personagem você cria para te representar e que vida ilusória você compartilha. Afinal, não dá para alguém estar 100% do dia maquiado, ou usando biquínis em Aruba, né? A série te mostra também que, quanto mais você tenta provar o quão feliz você é, o quão feliz você ostenta ser o seu relacionamento, mais miserável você se torna.

Refleti muito com essa série, e recomendo a todos. Amor e obsessão podem andar lado a lado, mas a questão é: nesse jogo, quem você prefere ser?

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