1 de janeiro de 2019

Oi, 2019!

Enquanto escrevia, ouvi uma playlist incrível no Spotify que gostaria que fosse ouvida conforme a leitura, assim haverá mais sentido. Por favor, dê play acima ♥


Não fiz lá decisões que a sociedade considere como grandiosas em minha vida, até hoje.
Não me casei, até agora.
Não tive filhos, até agora.
Não comprei um carro.
Não investi meu dinheiro em um apartamento na planta.
Não fui uma filha perfeita.
Não fui a melhor amiga perfeita.
Não fui a noiva perfeita.
Não fui popular no colégio.
Nunca usei manequim 40.
Não ouvi muitos conselhos.
Não me dediquei em coisas que deveria.
Não fui consistente em coisas que me levariam ao sucesso pleno.
Não fui passar as férias de trabalho nas Bahamas, até agora.
Não criei uma startup no Vale do Silício, até agora.

Mas... O que é sucesso? Como ele é definido? Quem o define?

A partir de hoje, sou eu quem defino o que é o sucesso na minha vida. É doentio sempre estar embaixo de um holofote, ouvindo o que todos desejam que você faça, desejam onde querem que você esteja, desenham expectativas por cima do seu corpo todo e querem te fazer seguir. As expectativas deles.

Levar culpas da sociedade por decisões que não tomei da maneira que eles esperavam. Ouvir que preciso de "um marido, um carro, um emprego que pague melhor". Ouvir que preciso de "menos viagens, menos tempo lendo livros bobos, menos tempo tirando fotos bobas". A inversão de valores chega a ser negativamente inacreditável.

Talvez seja exatamente isso. 
O exato e perfeito contrário. O paradoxo incrível. A utopia relativa. O desequilíbrio do submundo.

Para 2019, uma meta: ter o meu sucesso definido por mim, e não por um esteriótipo de revista, por uma tradição boba ou por expectativas depositadas em mim. Criar um novo começo, a minha maneira.

Ler mais livros, tirar mais fotos bobas, e até aprender a desenhar: quem sabe? Me formar em Marketing, viajar mais, molhar meus pés descalços no mar. Colecionar mais carimbos, menos amigos falsos, mais imagens lindas de pôr-do-Sol. Aprender enfim a maquiar meus olhos do jeito que acho bonito. Mais vento batendo no meu rosto, volumes altos de playlists favoritas e menos do tóxico, menos da vitrine online. Mais do infinito, mais da graça de Deus, e menos da ligação boba com esse mundo terreno. Mais da presença de Deus e menos de mim. Mais de coragem e menos de receio.


Finalizo meu texto com um segundo texto, dessa vez escrito por @sigaosbalões:
"Espero prometer menos, e surpreender mais. Que possamos parar para respirar e não deixar a vida voar, ir devagar. Que possamos ser nós mesmos, sem medo de abrir espaços, compartilhar abraços. Espero ser tudo o que sempre quis ser. Espero que quando o relógio zerar para nós, seja tudo novo, de novo."

Seja bem vindo, meu querido 2019. 
Que você traga a esperança, o amor, a paz e o abraço de quem falta. 

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