17 de novembro de 2017

✈ Dublin: Minhas primeiras impressões...



O post de hoje é um pouco... Talvez, sincero demais. Gosto de escrever para vocês de uma maneira mais aberta, jogando de forma verdadeira minhas opiniões principais. Então, com a mudança de País, não seria diferente.

Assim que cheguei ao Aeroporto da cidade, não vi nada grandioso. Pelo contrário: senti aconchego. Tudo tem um clima intimista, inclusive as cabines de imigração, que são todas de madeira e de bom gosto, por sinal. Você passa por salas e salas de desembarque que tem quadros (!!!) na parede, ao invés de advertising sobre um desodorante qualquer.

Confesso que isso já me deixou bem intrigada: que tipo de País confia tanto num clima aconchegante assim, até para marcar os locais oficiais? E eu estou entendendo a cada dia que passa. Essa é a Irlanda.

Dublin tem um café em cada esquina. Às vezes, até mais de um café. Spar também, que é uma loja de conveniência que vende, adivinha o quê? Café, claro. Também tem uma em cada esquina. A Garda sempre está nas ruas, e pra quem não está familiarizado com o nome, eles são a nossa Polícia daqui. Que, já que estamos mencionando, raramente são chamados para casos mirabolantes como os do Brasil. Raramente, eu digo com absoluta certeza. Talvez quase nunca. Ou nunca mesmo.

A cidade é fria e, nessa época do ano, o Sol se põe rapidamente. Acorde cedo pra tomar sua vitamina D diária e saia sempre bem agasalhado. Não sinta vergonha de usar luvas, golas, duas calças ou uma bota felpuda pra sair na rua, afinal, Irlandês não repara tanto igual fomos ensinados na nossa cultura.

Falando em irlandês, uns sorriem na rua e dizem "morning!", e outros olham pra você de uma maneira fria e dura. Sobre os brasileiros aqui? Se unem como uma família, indicando desde promoção de mercado, até empregos, casas, e dividindo muitas vezes até a mesma cama.

Uns vão achar muito fria. Outros, muito escura. Já outras, vão se apaixonar e agarrar a cultura com todo amor possível. E outras, vão se emaranhar aqui e jamais ir embora. A realidade? Você pode ter uma relação de amor ou ódio pela a cidade. Basta você escolher a maneira com a qual deve olhá-la.

Pra mim? Ah, eu amo. E mais do que eu deveria!

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