24 de agosto de 2017

Sim, eu tenho um vício



Existem pessoas que são viciadas em jogos de azar; outras, que são viciadas em cigarros de nicotina; tem ainda aqueles que são viciados em sexo, chamados de ninfomaníacos; e existem pessoas que, como eu, são viciados em chocolate.

Todos os dias, desde pequena, eu tenho que comer e/ou tomar algo sabor chocolate. Seja um leite misturado com Toddy pra começar o dia, ou um cereal tipo Nescau Ball. Seja uma barrinha de chocolates, ou um Bis da Lacta murcho, jogado no fundo da bolsa. Seja um pedaço de bolo de cenoura com calda de chocolate meio-amargo, ou um ganache puro.

A realidade sincera é que, para mim, viver sem chocolate se torna algo difícil demais. Meu corpo pede, minha mente pede pela degustação, e meus dedos, para levar "seja lá o que for sabor chocolate" para a boca.




Quando eu fico sem chocolate, me torno mal humorada, sem paciência, e chego a ficar com dores de cabeça. E isso meu amigo, vai além de um simples amor pelo sabor: é vício!

Seja um Godiva ou uma bola de futebol de chocolate hidrogenado, ele é estimado no meu dia-a-dia. E sabe como me dei conta? Quando li um livro chamado "O Clube das Chocólatras" e vi meu vício refletido ali, entre páginas amareladas.

No fim das contas, o vício, apesar de afetar meu dia-a-dia se há algum tipo de abstinência, não atrapalha pra valer. Eu consigo ficar até uns dois ou três dias sem... Mas se torna algo realmente difícil.

Certo dia, resolvi parar. E pude entender o que se passa na cabeça de um viciado em nicotina, sexo ou jogos de azar. Abstinência é algo complicado, e se não for tratado com atenção e delicadeza, se torna um problema gravíssimo.

A crônica foi só uma forma de desabafar, na realidade. Antes de julgar, se coloque no lugar de alguém que está nos "Olhos do furacão", e pense bem antes de dizer "é fácil, basta ter força de vontade".


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