6 de janeiro de 2019


Quebrou, sim!
Quebrou foi meu coração, colou tudo de novo e entrou para a minha lista de favoritos, é isso!

Antes de começarmos, você pode dar play nessa trilha sonora incrível do longa e ficar sossegado: sem spoilers!



Tudo começa com a amizade de Ralph e Vanellope, sempre se aventurando por aí. Sem querer, o volante do console de Sugar Rush quebra, e Ralph ouve algo sobre "eBay", ao mesmo tempo que o dono da loja de games instala internet pela primeira vez no Arcade. E é aí que a jornada da dupla improvável começa.

Engraçado que o primeiro filme foi "ok", mas o segundo posso considerar como "fenomenal". Talvez seja porque envolve elementos do meu cotidiano, com meus personagens favoritos, com uma das minhas bandas favoritas na trilha-sonora 

Gostei muito da caracterização que fizeram, imaginando como seria a internet por dentro. Até a Deep Web aparece, gente! E o melhor: é de morrer de rir e se apaixonar!

Obviamente que a minha parte favorita do filme foi a que a Vanellope conhece as princesas da Disney. Já havia visto algumas cenas de como seria esse encontro, mas confesso que é ainda melhor do que eu imaginei. A caracterização das princesas foi ótima, e principalmente a de Tiana, que realmente foi realista e ficou lindíssima!



Um conselho? Assistam.
É isso.

Podia ter sido patrocinada? Poderia, né? Fica aí o conselho para a próxima, @Disney!


1 de janeiro de 2019



Vi a série e não dei um real de valor.
Não dei.
Me arrependi.

Recesso de fim-de-ano no trabalho é sinal de maratonar filmes e séries incríveis nos meus streams favoritos. Há algum tempo falei do stream da Amazon Prime Video e do quanto eu amei os filmes dele, mas não há dúvidas que eu realmente tenho um favorito, e é o Netflix.

No dia 26 de dezembro de 2018, vi que haviam alguns lançamentos de séries e filmes, e por ter uma quedinha antiga por Gossip Girl, resolvi investir meu tempo em "You". Logo no primeiro episódio, reconheci não só o Penn, nosso eterno Dan Humpfrey, mas também Shay Mitchell, de Pretty Little Liars, e a Elizabeth Lail, que fez o papel de Anna em Once Upon a Time. 

Sobre a sinopse, aí vai:
"Na série original Netflix “Você”, Joe Goldberg (Penn Badgley) é um brilhante e obsessivo nova-iorquino que explora as tecnologias do mundo moderno para conquistar a bela Beck (Elizabeth Lail) enquanto enfrenta as suspeitas cada vez maiores da melhor amiga dela (Shay Mitchell). Joe não vai medir esforços para eliminar qualquer obstáculo em seu caminho — mesmo que isso signifique cometer assassinato. Ambientada na hiperconectada realidade atual, “Você” mostra como somos vulneráveis à manipulação online e também na vida real."

A fotografia da série me deixou curiosa. É quente e obscura, na medida certa para dar um certo suspense e te fazer pensar em tudo. Os cenários são o básico americanizado, e Joe Goldberg poderia ser seu próximo crush, caso você não assista a série. #medo

Engraçado é que "You" te faz pensar no que você compartilha na internet. Quem você expõe, o que você mostra, que personagem você cria para te representar e que vida ilusória você compartilha. Afinal, não dá para alguém estar 100% do dia maquiado, ou usando biquínis em Aruba, né? A série te mostra também que, quanto mais você tenta provar o quão feliz você é, o quão feliz você ostenta ser o seu relacionamento, mais miserável você se torna.

Refleti muito com essa série, e recomendo a todos. Amor e obsessão podem andar lado a lado, mas a questão é: nesse jogo, quem você prefere ser?

Enquanto escrevia, ouvi uma playlist incrível no Spotify que gostaria que fosse ouvida conforme a leitura, assim haverá mais sentido. Por favor, dê play acima ♥


Não fiz lá decisões que a sociedade considere como grandiosas em minha vida, até hoje.
Não me casei, até agora.
Não tive filhos, até agora.
Não comprei um carro.
Não investi meu dinheiro em um apartamento na planta.
Não fui uma filha perfeita.
Não fui a melhor amiga perfeita.
Não fui a noiva perfeita.
Não fui popular no colégio.
Nunca usei manequim 40.
Não ouvi muitos conselhos.
Não me dediquei em coisas que deveria.
Não fui consistente em coisas que me levariam ao sucesso pleno.
Não fui passar as férias de trabalho nas Bahamas, até agora.
Não criei uma startup no Vale do Silício, até agora.

Mas... O que é sucesso? Como ele é definido? Quem o define?

A partir de hoje, sou eu quem defino o que é o sucesso na minha vida. É doentio sempre estar embaixo de um holofote, ouvindo o que todos desejam que você faça, desejam onde querem que você esteja, desenham expectativas por cima do seu corpo todo e querem te fazer seguir. As expectativas deles.

Levar culpas da sociedade por decisões que não tomei da maneira que eles esperavam. Ouvir que preciso de "um marido, um carro, um emprego que pague melhor". Ouvir que preciso de "menos viagens, menos tempo lendo livros bobos, menos tempo tirando fotos bobas". A inversão de valores chega a ser negativamente inacreditável.

Talvez seja exatamente isso. 
O exato e perfeito contrário. O paradoxo incrível. A utopia relativa. O desequilíbrio do submundo.

Para 2019, uma meta: ter o meu sucesso definido por mim, e não por um esteriótipo de revista, por uma tradição boba ou por expectativas depositadas em mim. Criar um novo começo, a minha maneira.

Ler mais livros, tirar mais fotos bobas, e até aprender a desenhar: quem sabe? Me formar em Marketing, viajar mais, molhar meus pés descalços no mar. Colecionar mais carimbos, menos amigos falsos, mais imagens lindas de pôr-do-Sol. Aprender enfim a maquiar meus olhos do jeito que acho bonito. Mais vento batendo no meu rosto, volumes altos de playlists favoritas e menos do tóxico, menos da vitrine online. Mais do infinito, mais da graça de Deus, e menos da ligação boba com esse mundo terreno. Mais da presença de Deus e menos de mim. Mais de coragem e menos de receio.


Finalizo meu texto com um segundo texto, dessa vez escrito por @sigaosbalões:
"Espero prometer menos, e surpreender mais. Que possamos parar para respirar e não deixar a vida voar, ir devagar. Que possamos ser nós mesmos, sem medo de abrir espaços, compartilhar abraços. Espero ser tudo o que sempre quis ser. Espero que quando o relógio zerar para nós, seja tudo novo, de novo."

Seja bem vindo, meu querido 2019. 
Que você traga a esperança, o amor, a paz e o abraço de quem falta. 

Últimos posts: